Era o ano de 2004. O mundo ainda não sabia o que era um smartphone , o Facebook acabava de nascer em um quarto de faculdade e Quentin Tarantino, com seu charme meio desbocado e paixão cinematográfica digna de culto, soltava a segunda parte de uma das sagas mais marcantes da história do cinema moderno.
Você já imaginou descer até o coração de uma pirâmide antiga, cercado por milênios de mistério, símbolos enigmáticos e um silêncio que parece respirar?
Lançado em 1996, A Relíquia (The Relic) é aquele tipo de filme que mistura o medo do desconhecido com a curiosidade científica, jogando o público num cenário claustrofóbico e sombrio.
Já imaginou largar tudo — emprego, conforto, rotina — e partir em busca de um sonho? Não qualquer sonho.