Em 2014, a General Motors (GM), uma das maiores montadoras de automóveis do mundo, foi envolvida em um dos escândalos mais graves de sua história. A empresa emitiu um recall que afetou mais de 2,5 milhões de veículos devido a um defeito crítico em um pequeno componente da ignição, capaz de causar acidentes fatais. A situação ganhou destaque quando evidências apontaram que a GM já tinha conhecimento do problema anos antes, mas optou por ignorá-lo, priorizando a economia de custos em detrimento da segurança dos consumidores. O caso levantou questões sérias sobre ética corporativa, cultura empresarial e responsabilidade social.