Imagine um mundo onde as pessoas não passam mais de 15 horas por semana trabalhando. Um lugar onde você tem tempo para se dedicar à música, poesia, artes e outros projetos pessoais enquanto ainda desfruta de uma vida confortável. Parece utopia, certo? Pois saiba que essa visão já foi cogitada como algo bastante factível. Em 1930, o economista John Maynard Keynes previu que, com os avanços tecnológicos, chegaríamos a esse ponto até o final do século XX. Mas adivinhe só? Aqui estamos nós, no século XXI, trabalhando mais do que nunca — muitas vezes em empregos que, francamente, parecem desnecessários .
Imagine um mundo onde a compaixão e o senso de justiça são meros detalhes descartáveis. Onde as relações humanas não passam de transações frias, calculadas, sem espaço para empatia ou moralidade. Parece um cenário de filme distópico, mas essa realidade já foi vivida em diferentes momentos da história – e ainda hoje encontra eco em muitas sociedades. É como se uma praga invisível invadisse nossas vidas, corroendo os valores que sustentam nossa convivência. E sabe o mais assustador? Essa "praga" tem nome: psicopatia.
Você já parou para pensar que aquele seu celular "desligado" pode, na verdade, estar com os olhos bem abertos? Pois é exatamente isso que Edward Snowden — sim, aquele cara que virou sinônimo de revelações sobre espionagem global — revelou em uma entrevista bombástica ao jornalista Brian Williams, do NBC Nightly News , lá em 2014. E aí, você deve estar se perguntando: será que isso ainda é relevante hoje? Bom, se você tem um smartphone no bolso ou na bolsa, prepare-se, porque esse papo vai mexer com sua cabeça.
Você já parou para pensar que o tabaco e a maconha, duas plantas tão diferentes em suas histórias e culturas, podem ter muito mais em comum do que parece? Ambas têm raízes profundas na sociedade humana, mas enquanto uma foi aceita como um "mal necessário" e se tornou uma indústria bilionária, a outra passou décadas sendo perseguida, criminalizada e marginalizada. Mas e se eu te contar que, nos bastidores, as grandes empresas de tabaco estavam de olho na maconha desde os anos 60? Sim, isso mesmo. E esse "caso" antigo está prestes a ganhar novos capítulos.