No coração do Líbano, a 1.100 metros de altitude no Vale do Beqaa, três blocos de calcário estão encaixados numa parede como se fossem peças de Lego gigantes. Só que cada um deles pesa mais do que um Boeing 747 carregado. Vezes cem. Quem passa pela primeira vez diante do Trilithon de Baalbek não consegue dizer nada por um bom tempo. A boca abre, os olhos percorrem a extensão monumental das pedras, e o cérebro simplesmente se recusa a processar o que está vendo. Não é efeito especial. Não é construção moderna.