asima1Os asilos de Madalena eram instituições que existiram entre o século XVIII e o final do século XX e eram ostensivamente chamadas de casas de "mulheres perdidas". Estes locais operaram por toda a Europa e América do Norte durante grande parte do século XIX e até o final do século XX e abrigavam mulheres com deficiência física e mental, rebeldes, mães solteiras e suas filhas, vítimas de estupro e aquelas que se acreditava possuir caráter duvidoso como as prostitutas.[1] O primeiro asilo foi fundado em 1765 por Arabella Denny na capital da Irlanda, Dublin, na Leeson Street. A instituição recebeu o nome inspirado em Santa Maria Madalena, que segundo a compreensão católica, se arrependeu de seus pecados e se tornou uma das mais fiéis seguidoras de Jesus Cristo.

    morso1Nada parece ser mais trágico do que “morrer de solidão”, mas acredite, acontece no Japão o tempo todo. E tanto é asim que existe até um termo para designar esse triste fenômeno: Kodokushi, que significa literalmente “morte solitária” e abrange especialmente pessoas da terceira idade (mais de 65 anos). A cada ano, milhares de pessoas são encontradas mortas e só são descobertas depois de semanas, meses ou até mesmo anos. Atinge pessoas sem muitos laços sociais, especialmente homens da terceira idade, embora há casos de mulheres idosas e pessoas mais jovens (na faixa entre 30 e 40 anos).

    propag1O espectador da publicidade raramente tem consciência de que está sendo manipulado por ela. A manipulação publicitária se dá exatamente no momento que a gente se comove com ela. Seja rindo, chorando, ficando com raiva ou cheios de amor para dar, é na esfera das emoções que a publicidade nos atinge. As peças publicitárias raramente querem nos vender os produtos que expõe. O que elas querem é vender um conjunto de ideias, sensações, tendências. A publicidade vende a felicidade, já diria a Coca Cola.

    geroge14 1No dia 16 de junho de 1944, o garoto negro de apenas 14 anos era executado na cadeira elétrica. Pequeno e franzino, os policiais tiveram dificuldades em atá-lo à cadeira. Quando foi atingido pela descarga elétrica de 2.400 volts, a máscara que cobria seu rosto escorregou, revelando os olhos cheios de lágrimas e a saliva que corria de sua boca. Morreu após dois abalos de descarga elétrica. Um advogado e um ativista pediram a reabertura do caso, pois pretendem revelar com novas provas que aquele menino negro, e franzino, jamais poderia ter assassinado duas meninas brancas, Betty Junho Binnicker de 11 anos, e Maria Emma Thames de 7 anos.

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