O Despertar da Mente de Silício: Como um Chip Gigante redefiniu os Limites da Linguagem. Sabe aquela sensação de que, de repente, o futuro chegou com tudo, sem pedir licença? Pois é. Enquanto a gente discutia se o home office ia durar ou não, num laboratório cheio de fios e placas reluzentes, uma máquina do tamanho de um frigobar começou a processar palavras, contextos e sutilezas com uma potência que simplesmente não existia antes.